ponha a sua equipa a funcionar sozinha

A sua empresa só pega de empurrão?

Então é porque a sua equipa está mal habituada!

Muitos responsáveis de equipa adorariam que todos os colaboradores fossem dinâmicos e auto-suficientes. Que procurassem resolver os problemas, construir soluções lógicas e as implementassem, sempre com o bom senso do risco calculado.
Mas nem sempre isto acontece, e é um desafio criar a equipa que pega instantaneamente, sem empurrões.

Da nossa experiência do terreno com equipas mais passivas, só depois de uma análise dos colaboradores podemos fazer o levantamento dos problemas e delinear e implementar o processo de mudança.
Da avaliação inicial das pessoas passamos aos processos. Já experimentámos realidades em que a equipa e o líder estão completamente motivados e alinhados, mas falha a comunicação, a clareza de metas e objectivos, a partilha de estratégias. Outras há em que toda a parte processual está bem delineada, mas os colaboradores não estão orientados e não se conseguem motivar.
Por todas estas questões, temos de assumir um conjunto de etapas, que poderão ou não ser necessárias, consoante os casos.

1. É efectuada uma análise do perfil psicológico de cada elemento da equipa, incluindo do responsável. Esta análise permite não só conhecer os estilos de comportamento de cada um, mas também como reagem a desafios, perante o stress, quais as características a melhorar e em que áreas poderemos retirar todo o verdadeiro potencial.
Esta análise pode ser mais detalhada ou menos detalhada, trabalhando os perfis comportamentais de cada pessoa quando comparados com um universo de colaboradores com o mesmo tipo de função.

2. É avaliado o estilo de liderança do Responsável. Existem vários tipos de liderança e de líderes. Esta avaliação pode ser efectuada através de questionários 360, preparados para este efeito, ou através de uma auto-avaliação.
A partir do momento em que o líder entende o seu estilo de liderança e quais os métodos que funcionam melhor com a sua maneira de ser, torna-se mais fácil liderar toda a equipa.
O fundamental é entender que a estilos diferentes não correspondem lideranças boas ou más… apenas diferentes.

3. Mediante os estilos de cada um, são encontradas plataformas de entendimento e comunicação. Com a progressão do trabalho, existe mais planeamento e são criadas outras regras. A Equipa entende os limites que existem e torna-se mais segura para arriscar na tomada de decisões, os elementos têm mais hipóteses para serem criativos, trabalhando com menos stress. Todos sabem o que tem de ser feito, quando e como.

4. A equipa conhece a visão da empresa e sabe o grau de liberdade que tem para inovar. É criativa e o responsável é considerado um líder que os inspira. O motor está sempre ligado!

5. Trabalhamos os perfis de liderança com o responsável, pois muitas vezes é o medo que este tem dos seus colaboradores errarem que não os deixa crescer. Todos queremos que a nossa equipa seja independente, mas, por outro lado, a independência conquistada pode significar erros, e erros podem significar problemas com clientes e/ou fornecedores…
Se as regras estiverem definidas, TEM de existir uma margem de erro aceitável. Ou seja, esteja preparado para ver a sua equipa cometer algumas asneiras, mas apoie as tomadas de decisão. As boas decisões compensam largamente os erros que existirem.

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